Belchior, poesia de Felipe Augusto

Bem meu mal Belchior 

Traz das estrelas um brilho intenso. 

Peça ao sol que ilumine nosso caminho, que daqui continuarei

Sendo o eterno latino-americano.

Chuva e sol Belchior.

Sem saber do amanhã, traz o bem, faz o bem e vem!

Bem meu mal Belchior,

Traz a tua voz de volta e vem cantar um bem querer.

Sou fera ferida, sem dor.

Belchior, ah Belchior!

Traz aqui a primavera viva.

Traz as flores de todas as cores, o amor e alegria sem fim.

Bem seu mal Belchior 

Levou contigo o brilho das estrelas.

O sol e o calor.

Levou chuva no amanhã. E tua voz exalou-se devagarinho,

Sem teu Canto Belchior nada sou, um bem querer.

Hoje sou fera ferida 

Sou a dor.

Bem meu mal Belchior, sem teu canto a terra parou.

Felipe Augusto Santos Pereira


Projeto Cantinho da poesia no Expresso Paratinga.

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